sábado, 27 de novembro de 2010

Brossard: "o que Lula fez nas eleições é inqualificável".

Assista aqui a entrevista de Augusto Nunes com Paulo Brossard, ex-senador e ex-ministro do STF. postado no Coturno Noturno

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Franklin e o assassinato. Ou: eles tiram, mas eu ponho de novo!

Tirado de Reinaldo Azevedo Hoje em dia, fico esperto. Quando há um vídeo no Youtube, mesmo postado por “eles”, mas do qual podem se arrepender, faço o meu próprio arquivo. Ou eles vão lá e dão sumiço. Imaginem, então, quando é algo postado pelos “adversários”… Escrevi ontem sobre Franklin Martins, o ministro da Supressão da Verdade. Ele participou de um seminário sobre liberdade de imprensa promovido pela… TV Cultura! A emissora promete agora chamar o Lobo Mau para dizer o que pensa dos Três Porquinhos… Epa! Esperem! Hoje, são os Três Porquinhos que estão com tudo, né? A Revolução dos Bichos está em curso - será que fui muito sutil nessa? Adiante. Na crítica que fiz a Franklin Martins, citei o fato de que, num filme, ele comenta o seqüestro do embaixador americano, de que foi um dos líderes, e explica, com frieza burocrática, que o homem seria, sim, assassinado se as exigências não fossem cumpridas. Sua fleuma de ex-funcionário do terror só é quebrada por uma sonora gargalhada. Pois bem. Publiquei o link do post que trazia o filme no Youtube e… surpresa! O filme não estava mais lá! Mas eu tinha feito uma cópia. Por isso, botei no Youtube de novo. Nota: não editei; nada tenho a ver as legendas que aparecem. Não creio que o site tenha motivos para tirá-lo do ar outra vez. A razão é simples. Trata-se de trecho do documentário “Hércules 2456″, de Silvio Da-Rin. É uma alusão ao registro do avião que transportou ao México, no dia 7 de setembro de 1969, os seqüestradores do embaixador americano Charles Elbrik. Os diretores do filme reuniram alguns dos que participaram daquela ação para ouvir seus depoimentos, saber como viam a história - para glorificá-los, é claro! Personagens: Participam da mesa-redonda Cláudio Torres (camisa azul e primeiro que fala), Paulo de Tarso (camisa branca), Franklin Martins (que dispensa caracterização), Manoel Cyrillo (que aparece no quadro enquanto Franklin dá seu depoimento), Silvio Da-Rin e Daniel Aarão Reis (que não aparecem nesse trecho) Quem já viu pode refrescar a memória para lembrar como se pode ser ligeiro ao falar sobre a morte. Quem ainda não viu tem direito a mais este flagrante do homem que pretende moralizar os meios de comunicação no Brasil. SÓ COLOCO DE NOVO ESTE VÍDEO NO AR PORQUE, SENDO UM BLOGUEIRO PROGRESSISTA, ACHO ERRADO GARGALHAR QUANDO SE FALA EM MATAR PESSOAS. ACHO ISSO COISA DE REACIONÁRIOS!

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Porquice do Dia: Haddad manda jovens estudantes para aquele lugar.

Segundo a a coluna do Ancelmo Góis, Fernando Haddad curtia uma boquinha livre na área vip do show de Paul McCartney quando alguns jovens começaram a gritar: "cadê o Enem?". O ministro da Educação, de pronto, mostrou o dedo médio para a garotada, mandando-os para aquele lugar. Educado, o ministro, vocês não acham? Aliás, o ministério do PT tem este estranho hábito de expressar com as mãos o que sentem em relação às tragédias que afetam as pessoas ou alguém esquece do Marco Aurélio Garcia mandando sinal semelhante para as vítimas do Airbus da Tam?
Se o ministro Fernando Haddad tivesse vergonha na cara, há muito tempo teria pedido demissão. E não apenas pelo seu fracasso com o Enem, que se repete a cada ano. Principalmente, pelo péssimo desempenho da educação brasileira que, hoje, ostenta no mesmo padrão do Zimbábue. Segundo o IDH publicado pela ONU, recentemente, a média brasileira de escolaridade em pessoas acima de 25 anos é de 7,2 anos, igual ao país africano, que possui o pior índice do mundo. Quem deveria mostrar o dedo médio para o ministro é o povo brasileiro. Haddad deveria trocar a área VIP do show do Paul pela área PIG do chiqueiro da República dos Porquinhos. Lá na lama é o seu lugar. Tirado do Coturno Noturno

domingo, 21 de novembro de 2010

Chico, devolve o Jabuti!!!

CHICO DEVOLVE O JABUTI, para assinar a petição, clique AQUI

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Mais da metade das despesas do governo petista é para pagar a banca. Isto é mais de R$ 1.000.000.000.000,00 ao ano.

Tirado do Coturno Noturno
O petismo chega ao fim do segundo mandato de Lula legando ao país um número assombroso e vergonhoso: 52,91% de todas as despesas do país estarão destinadas ao pagamento de juros da dívida ou a outros custos financeiros. É mais de um trilhão de reais. É mais de cinco vezes a folha de pagamento. É três vezes mais dos que os gastos com a previdência.É seis vezes mais o que o Tesouro repassa para estados e municípios. Veja o quadro abaixo, do Orçamento de 2011, publicado hoje, pelo O Globo:

Uma das grandes mentiras do PT, na campanha eleitoral, que o PSDB também não teve competência de esclarecer ao país é que Lula pagou a dívida externa. Para o marqueteiro tucano este tipo de papo daria menos votos do que operação de varizes e mutirão do câncer de mama. Pelo andar da carruagem, hoje, a dívida externa do Brasil já deve ter passado ou está muito, muito perto de U$ 250 bilhões. Os desdentados que estão comendo um pouco, mas morrendo de caganeira na fila do SUS, acreditaram.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

sábado, 13 de novembro de 2010

‘Lula será lembrado na história cubana como cúmplice da ditadura sanguinária de Fidel e Raúl Castro’

A opinião é do dissidente Guillermo Fariñas, laureado nesta semana com um prêmio europeu que homenageia a liberdade de pensamentoO dissidente cubano Guillermo Fariñas enxerga no Prêmio Sakharov 2010 de liberdade de pensamento, concedido a ele pelo Parlamento Europeu na quinta-feira, um reconhecimento internacional à causa dos presos políticos do país. Mas, lamenta que o mundo tenha prestado atenção no problema apenas com a morte do também dissidente Orlando Zapata Tamayo, em fevereiro, após 85 dias em greve de fome.


Fariñas acusa o regime cubano de assassinato e reprova a atitude do presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva ao visitar o país logo após a morte de Zapata. Na ocasião, Lula comparou o dissidente aos presos comuns das cadeias brasileiras. “Luiz Inácio Lula da Silva será lembrado na história cubana como cúmplice da ditadura sanguinária de Raúl e Fidel Castro”, disse Fariñas, por telefone, ao site de VEJA. “Com este prêmio em mãos, eu diria a Lula o seguinte: 'Ao deixar o poder, trate de se retificar'. Ele não está sendo capaz de fazê-lo enquanto ainda é presidente do Brasil”, acrescentou.

Fariñas iniciou 23 greves de fome contra a ditadura cubana. A mais recente delas, que durou 135 dias, só foi encerrada quando a Igreja Católica de Cuba anunciou a libertação de 52 presos políticos, em julho último. A seguir, a entrevista completa concedida pelo dissidente:

O que o senhor sentiu ao receber um prêmio que trata da liberdade de pensamento enquanto vive em Cuba, onde tudo é proibido?

O meu primeiro sentimento é de compromisso com a causa cubana, com a democratização do país, com meus irmãos que ainda estão presos, com todos homens e mulheres de boa vontade que querem a democracia na ilha. Creio que este é o meu grande compromisso que tenho.

O senhor dedicou o prêmio a Orlando Zapata, que morreu fazendo uma greve de fome. Foi preciso a morte de um homem para o mundo perceber a situação dos dissidentes cubanos?

Creio que sim. Infelizmente, um de nossos irmãos teve que morrer assassinado de maneira planejada em uma prisão cubana - por fazer uma oposição pacífica - para que o mundo se desse conta de todos os maus tratos que os presos políticos sofrem em Cuba.

O senhor disse assassinado, mas ele morreu por fazer greve de fome...

Sim, mas ele foi chantageado. Zapata tomava água em sua greve de fome. As autoridades cortaram sua água durante muitos dias para que se rendesse. Ele não se rendeu e teve problemas renais que o levaram à morte.

O que o senhor diria ao presidente brasileiro sobre sua conduta ao visitar Cuba logo depois da morte de Zapata?

Luiz Inácio Lula da Silva, que foi preso político e tem memória ruim, veio ao país exatamente quando Orlando Zapata estava sendo assassinado. Ele comparou aqueles que faziam greve de fome pela morte de Zapata com delinquentes de São Paulo. Por isso, Luiz Inácio Lula da Silva será lembrado na história cubana como cúmplice da ditadura sanguinária de Raúl e Fidel Castro. Com este prêmio em mãos, eu diria a Lula o seguinte: 'Ao deixar o poder, trate de se retificar'. Ele não está sendo capaz de fazê-lo enquanto ainda é presidente.

O reconhecimento ao senhor veio pouco depois do Nobel da Paz concedido a outro dissidente, o chinês Lu Xiaobo. É um sinal de que as coisas podem mudar em países, como Cuba e China?

Sim. Mesmo que nossas lutas pareçam impossíveis, nós dissidentes sempre teremos fé que nossas idéias são boas, que são para o bem do mundo. Sempre lutaremos por elas.

O senhor acha que a União Europeia pode mudar a chamada Posição Comum, que determina como o bloco lida com a situação cubana, em uma reunião que será realizada na próxima segunda-feira?

Eu considero que Cuba ainda não fez nada para que a UE levante a Posição Comum. Nossos irmãos que estão presos em Cuba e serão colocados em liberdade estão sendo tratados como moeda de troca pelo governo cubano, como se fossem escravos e reféns do regime. Creio que o governo cubano deixou intactas as leis que lhes permitem prender de maneira arbitrária aqueles que fazem oposição pacífica.

Então o senhor acredita que a libertação dos presos políticos pelos irmãos Castro foi uma maneira de conquistar a simpatia do mundo para obter benefícios políticos?

Sim. O governo usou os dissidentes para reduzir o desprestígio causado pela morte de Zapata e por minha greve de fome. Se o governo cubano realmente quisesse respeitar os direitos humanos, os oposicionistas poderiam expor de maneira pacífica suas opiniões, ter bibliotecas independentes e ler livros censurados pelo regime.

Como o senhor se sentiu antes e depois de sua greve de fome?

Me senti bem, de verdade, porque não pensei que ia morrer, mas sim que estava fazendo o possível pelo bem da minha pátria e para que outros dissidentes não fossem assassinados na prisão.

O que o senhor fará com o prêmio de 50.000 euros?

Não sei exatamente o que vou fazer, mas será algo pela causa dos dissidentes e que traga alguma contribuição à democracia em Cuba.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

quarta-feira, 3 de novembro de 2010