segunda-feira, 18 de julho de 2011
Dilma, minada dentro do Planalto, sem poder para demitir Pagot.
Tirado do Coturno Noturno
O ministro Gilberto Carvalho, da Secretaria-Geral da Presidência da República, defendeu o diretor do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), Luiz Antonio Pagot, acusado de cometer irregularidades na gestão do órgão, e disse que a demissão dele não está decidida - Pagot saiu de férias assim que a presidente Dilma Rousseff (PT) afastou a cúpula do Ministério dos Transportes, ligada ao PR. "Até agora, a única pessoa contra quem não apareceu nenhuma denuncia efetivamente é o Pagot", afirmou ao Valor o ministro antes do congresso nacional da União Geral dos Trabalhadores (UGT), em São Paulo, na sexta-feira.
À base aliada, Dilma fez circular a informação de que pretende demitir o diretor, que na semana passada foi ao Congresso se defender das denúncias. Antes ameaçando entregar petistas envolvidos no suposto esquema, ele não acusou ninguém e ainda fez elogios à presidente, o que a oposição atribuiu a acordo com o governo. "Ele não falou nada porque não tinha o que falar, é inocente", sustentou Carvalho, que negociou o afastamento do diretor. Segundo Carvalho, Dilma decidiu afastar a cúpula dos Transportes "por prudência", depois de saber que "as denúncias não eram vazias". Entretanto, ainda de acordo com o ministro, os afastados podem voltar se não for provada irregularidade. "A palavra que ela [Dilma] nos deu foi de que o Pagot gozasse das suas férias e na volta ela vai tomar a decisão [sobre se vai demiti-lo]", disse.
Também presente ao evento, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi outro a defender as apurações. O ex-ministro Alfredo Nascimento (PR), que tem o filho investigado por contratos com a pasta e é presidente nacional do PR, estava no cargo desde 2004, durante o governo Lula. "Não importa de quando foi a denúncia, o que importa é que ela seja investigada", disse o petista. (Do Valor Econômico)
O ministro Gilberto Carvalho, da Secretaria-Geral da Presidência da República, defendeu o diretor do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), Luiz Antonio Pagot, acusado de cometer irregularidades na gestão do órgão, e disse que a demissão dele não está decidida - Pagot saiu de férias assim que a presidente Dilma Rousseff (PT) afastou a cúpula do Ministério dos Transportes, ligada ao PR. "Até agora, a única pessoa contra quem não apareceu nenhuma denuncia efetivamente é o Pagot", afirmou ao Valor o ministro antes do congresso nacional da União Geral dos Trabalhadores (UGT), em São Paulo, na sexta-feira.
À base aliada, Dilma fez circular a informação de que pretende demitir o diretor, que na semana passada foi ao Congresso se defender das denúncias. Antes ameaçando entregar petistas envolvidos no suposto esquema, ele não acusou ninguém e ainda fez elogios à presidente, o que a oposição atribuiu a acordo com o governo. "Ele não falou nada porque não tinha o que falar, é inocente", sustentou Carvalho, que negociou o afastamento do diretor. Segundo Carvalho, Dilma decidiu afastar a cúpula dos Transportes "por prudência", depois de saber que "as denúncias não eram vazias". Entretanto, ainda de acordo com o ministro, os afastados podem voltar se não for provada irregularidade. "A palavra que ela [Dilma] nos deu foi de que o Pagot gozasse das suas férias e na volta ela vai tomar a decisão [sobre se vai demiti-lo]", disse.
Também presente ao evento, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi outro a defender as apurações. O ex-ministro Alfredo Nascimento (PR), que tem o filho investigado por contratos com a pasta e é presidente nacional do PR, estava no cargo desde 2004, durante o governo Lula. "Não importa de quando foi a denúncia, o que importa é que ela seja investigada", disse o petista. (Do Valor Econômico)
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Atualizando às 12:40: Já deletei uma dezena de petralhas que atacam este blogueiro pelo título deste post, publicado às 09:12 da manhã. Agora vocês vão lá xingar a Vera Magalhães, da Folha de São Paulo, que confirma tudo em post publicado às 11:44. Clique aqui e leia.
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quinta-feira, 14 de julho de 2011
O imbecil(*) voltou.
Em discurso no evento chapa-branca da UNE, Lula disse que Dilma, por ser mulher, tem sofrido mais preconceito que ele sofreu por ser nordestino. "Todo mundo diz que é favorável à sociedade igualitária desde que quem limpe a casa seja mulher."
..............................................................................(*)Ababosado, abestalhado, abobado, abobalhado, abobarrado, acanhotado, alarve, alonso, alvar, alvarinho, apalermado, aparvado, aparvalhado, aparvanhado, apatetado, apombocado, apoucado, arara, aruá, asneirão, asneirento, asneirista, asonsado, atolado, atolambado, atoleimado, azêmola, babaca, babanca, babão, babaquara, baboso, badana, badó, bajoujo, basbaque, bate-orelha, belarmino, beldroegas, beliz, bertoldo, bestalhão, bestiaga, bestiola, bobo, bobó, boboca, bocó, boleima, bolônio, boquiaberto, boto, broco, calino, cândido, capadócio, cepo, chapetão, coió, crédulo, curto, débil, enxovedo, escroto, estólido, estulto, estúpido, fátuo, gaivota, girolas, guedes, hebetado, hebetizado, idiota, incapaz, inepto, inexperiente, inhenho, inocente, intelijumento, jegue, jerico, jumento, lamecha, lapardão, lapardeiro, lapuz, lorpa, mama-na-égua, mandu, mané, mané-coco, mané-do-jacá, mané-jacá, manema, manembro, manicaca, maninelo, marinelo, maroto, marruá, mazanza, mentecapto, molongó, obtuso, orelhudo, otário, paca, pacóvio, pai-mané, paio, palerma, palonço, palúrdio, pancrácio, pandorga, papalvo, parrana, parvajola, parvalhão, parvo, párvulo, pascácio, pasmado, paspalhão, paspalho, pataco, pataloco, pataloto, patamaz, patarata, pataroco, patau, pateta, patocho, patureba, paturega, pengó, pongó, prego, primário, puro, raca, sambanga, sandeu, sandio, sarambé, saranga, sarango, simples, simplório, soronga, sorongo, tacanho, tanso, tapado, toleirão, tonto, trouxa, urumbeba, urumbeva, xexé, zamboa, zote, zuco.
Tirado do Coturno Noturno
segunda-feira, 11 de julho de 2011
PT atola o Brasil até o pescoço no mar de lama da corrupção.
Tirado do Coturno Noturno
Depois do Caso Palocci, que escancarou o tráfico de influência que campeia o Palácio do Planalto, ficou comprovado que o Dossiê dos Aloprados foi ordenado pelo candidato Aloisio Mercadante(PT-SP), se considerarmos o testemunho gravado do petista Expedito Veloso.
Também ficou comprovado que o Mensalão existiu, haja vista as alegações finais da Procuradoria Geral da República, que pede 111 anos de cadeia para José Dirceu, o "chefe da quadrilha", além da condenação de 37 envolvidos, muitos deles com posição de destaque na base de apoio do governo Dilma.
Como se não bastasse, acaba de cair toda a cúpula do Ministério dos Transportes, envolvendo um partido, o PR, que pode ser chamado de Partido da Roubalheira, em todos os tipos de fraude em obras públicas, com o objetivo de fazer caixa de campanha para si e, segundo um dos envolvidos, para a própria campanha de Dilma Rousseff.
Acham que pára por aqui?
Não, também tem a Petrobras favorecendo a empresa de um senador do PMDB em licitação, abrindo um rombo de algumas dezenas de milhões nos cofres da estatal. A nossa "petrolera", cada vez com mais cara de PDVSA, que hoje vale menos que o seu patrimônio, achou por bem bancar a fiscal municipal e desclassificar uma proposta cerca de 30% mais barata porque a empresa ofertante não conseguiria pagar um ISS de no máximo 5% na cidade de Macaé.
Na campo fértil da corrupção nas estatais, o BNDES está sendo chamado a pagar a conta de quase R$ 4 bilhões para um supermercado brasileiro comprar um supermercado francês, criando um gigante que vai dominar 33% do mercado brasileiro e cujo dono, casualmente, foi cotado para ser ministro da Dilma e seu apoiador de primeira hora.
Mas não vamos ser injustos com o governo federal, como se ele fosse o único ator neste mar de lama.
O governador Sérgio Cabral (PMDB-RJ), que governa o estado mais favorecido pelas obras do PAC, tem relações íntimas, turbinadas por potentes jatinhos e caríssimas festas em resorts, com o maior empreteiro e com o maior empresário do Brasil, doadores e beneficiários de grandes projetos com dinheiro público, a maioria deles sem a devida licitação. Já o seu vice-governador, vulgo Pezão, um verdadeiro pé-de-chinelo perto de gang tão chique, acaba de desapropriar o cafofo do concunhado, por preço superfaturado, uma merreca de R$ 200 mil.
Querem a cereja do bolo? Então leiam o que José Dirceu, o "chefe da quadrilha" do Mensalão declarou em recente entrevista:
" Ocorre que nas hostes oposicionistas é costumeira a confusão entre o que se constitui loteamento de fato e o desejável e necessário preenchimento de cargos do alto escalão com critérios não somente técnicos, mas políticos... Em suma, não se pode atrair para funções-chave na administração pública pessoas alheias ou contrárias ao rumo maior de um governo -o que seria, inclusive, estelionato eleitoral".
Pelos últimos acontecimentos e pela qualidade do interlocutor, sem dúvida alguma o rumo maior deste governo é fazer do Brasil o país mais corrupto do mundo.
sábado, 9 de julho de 2011
Este é José Dirceu
“As provas coligidas no curso do inquérito e da instrução criminal comprovaram, sem sombra de dúvida, que José Dirceu agiu sempre no comando das ações dos demais integrantes dos núcleos político e operacional do grupo criminoso. Era, enfim, o chefe da quadrilha”.
Por Robergo Gurgel, Procurador Geral da República, nas alegações finais do Ministério Público no processo do Mensalão, referendando as acusações que já constavam dos autos e pedindo 111 anos de cadeia para o chefe da quadrilha.
Tirado do Coturno Noturno
sexta-feira, 8 de julho de 2011
PGR: 11 anos de cadeia para José Dirceu, o "chefe da quadrilha" do Mensalão
A quadrilha de Mensalão, em montagem do Estadão.Clique para lembrar a cara de cada um dos quadrilheiros. Muitos deles estão aí, na ativa.
Se o caso for julgado procedente e nenhum dos crimes prescrever, o publicitário Marcos Valério de Souza, acusado de operar o esquema, poderá ser condenado a até 527 anos de prisão. O ex-ministro José Dirceu (Casa Civil), chamado de "chefe da quadrilha", e o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares pegariam até 111 anos. Mesmo que o STF opte pelas condenações máximas, a legislação limita o cumprimento de pena a 30 anos, além de estabelecer regras para que os condenados diminuam suas penas. Os réus sempre negaram a existência do esquema. Depois de mais de cinco anos de processo, em que foram realizados diversas perícias e tomadas centenas de depoimentos, o procurador-geral concluiu que ficou comprovada a existência do esquema criminoso, revelado pela Folha em 2005. O STF não estabeleceu prazo para o julgamento. O processo do mensalão é um dos mais complexos que a Corte já recebeu.
"Foi engendrado um plano criminoso voltado para a compra de votos dentro do Congresso Nacional. Trata-se da mais grave agressão aos valores democráticos que se possa conceber", escreveu Gurgel sobre a suposta distribuição de dinheiro em troca de apoio político ao governo do ex-presidente Lula. Segundo o parecer, o grupo "agiu ininterruptamente" "entre janeiro de 2003 e junho de 2005 e era dividido em núcleos específicos, cada um colaborando com o todo criminoso em busca de uma forma individualizada de contraprestação". Marcos Valério é apontado como "líder do núcleo operacional e financeiro" e José Dirceu, como "chefe da quadrilha", reeditando a expressão usada por Antonio Fernando Souza na denúncia.
"Marcos Valério, na condição de líder do núcleo operacional e financeiro, foi juntamente com José Dirceu, pessoa de fundamental importância para o sucesso do esquema ilícito de desvio de recursos públicos protagonizado pelos denunciados", afirma o documento. Segundo Gurgel, o esquema tinha por objetivo, "mais do que uma demanda momentânea (...), fortalecer um projeto de poder do PT de longo prazo". Sobre Dirceu, ele escreveu: "Partindo de uma visão pragmática, que sempre marcou a sua biografia, José Dirceu resolveu subornar parlamentares federais, tendo como alvos preferenciais dirigentes partidários de agremiações políticas". "A força do réu é tão grande que, mesmo depois de recebida acusação por formação de quadrilha e corrupção ativa pelo pleno do STF, delitos graves, ele continua extremamente influente dentro do PT, inclusive ocupando cargos formais de relevo", concluiu o procurador. Gurgel pediu a absolvição de dois réus: o ex-ministro Luiz Gushiken e Antônio Lamas.
Tirado do Coturno Noturno
terça-feira, 5 de julho de 2011
Lula: impostura até diante de um cadáver
Poderia deixar passar, mas não vou. Acusar as imposturas de Lula é uma questão civilizatória. A cada vez que ele brutaliza a verdade, é um dever moral acusar a mentira. Na Folha de hoje, o Babalorixá de Banânia afirma que foi preciso Itamar Franco morrer para que lhe reconhecessem o mérito do Plano Real. É uma forma indireta e vigarista de atacar FHC, como se este houvesse sequestrado a obra daquele. O tucano sempre reconheceu, e o fez ainda outra vez há dois dias, que Itamar era o presidente à época da decretação do Real. Mas também é fato notório que este não tinha a exata noção do problema.
Quem não reconhece as virtudes do real é Lula. Tanto é assim que seu partido votou contra a lei que o instituiu. Os petistas diziam que o plano seria um desastre para o Brasil. Quem satanizou Itamar foi Lula, especialmente durante a privatização da CSN. Quem hostilizou Itamar foi Lula, tanto é que o PT se negou a fazer parte da base de apoio ao governo e puniu Luiza Erundina, que aceitou ser Ministra da Administração. Vai ver Lula fala de si mesmo. Enquanto Itamar era Presidente da República, o PT, na oposição, fez o que sabe fazer: sabotar o governo.
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