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sexta-feira, 30 de julho de 2010
quinta-feira, 29 de julho de 2010
PSDB responde ataques do assessor petista dos dentes e da alma podres.
Do site do PSDB:
Brasília (29) - O senador paranaense Álvaro Dias, o deputado Jutahy Magalhães (BA) e o atual secretário de Educação do Estado de São Paulo, Paulo Renato de Souza, reagiram hoje, com veemência, ao agressivo ataque desferido pelo assessor diplomático do governo do PT, Marco Aurélio Garcia, ao candidato do PSDB, José Serra.
" Assim como José Eduardo Dutra, Marco Aurélio é um aloprado de direita porque defende governos que apedrejam mulheres e condenam jornalistas à prisão. Além disso, seus precedentes conhecidos, que o diga o ex-embaixador Luiz Felipe Lampreia, nos autorizam a dizer que o senhor Marco Aurélio está muito mais para embaixador do Governo Lula junto às FARC do que para analista político", afirma Dias.
O senador refere-se ao encontro de Garcia com Lampreia, ainda no governo Fernando Henrique Cardoso, quando o petista ofereceu-se para intermediar um encontro do governo brasileiro com o atual grupo de guerrilheiros terroristas
"Mais do que a opinião de Marco Aurélio, o que vale é a postura histórica de Serra. Não é não é palavra do Marco Aurélio que vai diminuir o incomum patrimônio político de respeito à democracia de Serra", acrescenta Dias. Lembrando ainda, os laços de colaboração e admiração que o assessor e o atual governo cultiva com governos autoritários, de direita e esquerda.
"A ORDEM FOI LIVRÁ-LO DA PRISÃO"
Os três fizeram questão de destacar a política externa do governo Lula da qual Marco Aurélio é um dos assessores principais. Jutahy Magalhães destaca que "Marco Aurélio \'Top Top\' Garcia está levando a política externa do Brasil para o descrédito absoluto, rompendo a tradição do País de sempre colocar-se como mediador no Continente, além de uma política em defesa dos interesses nacionais e não partidários, como ocorre com a política externa do PT".
O secretário de Educação de São Paulo, Paulo Renato de Souza, lamentou as declarações feitas pelo coordenador do Programa de Governo da candidatura oficial, Dilma Rousseff.
"Em primeiro lugar é um desrespeito de um assessor presidencial se dirigir desta forma a quem tem uma biografia centenas de vezes superior a sua", afirmou. "Serra fez muito mais pelo País do que Marco Aurélio". Paulo Renato também fez questão de lembrar e, mais uma vez, lamentar o comportamento de Marco Aurélio, por se dirigir desta forma "a quem o livrou da prisão no Chile". Paulo Renato lembrou o episódio e contou ter sido chamado por Serra na sede da Flacso (Faculdade Latino Americana de Ciências Sociais) quando encontrou Marco Aurélio, sua esposa já falecida, Elizabeth Souza Lobo e seu filho León. A ordem de Serra era livrá-lo da prisão. "Falo isso não para Serra e eu termos louros, mas apenas para mostrar que MA deveria ter, no mínimo, o dever de solidariedade".
Para o deputado Jutahy Magalhães (PSDB-BA), "melancólico é ver um diplomata que não sabe tratar da sua própria atividade". Para ele, "a influência negativa do Marco Aurélio e suas opiniões são desprezíveis".
Paulo Renato avalia a política externa do Brasil atualmente um desastre. Segundo ele, é uma "constante tentativa de afirmação pueril perante os Estados Unidos e alguns países europeus atendendo a interesses de países com ideologias mais próximas a do PT".
Brasília (29) - O senador paranaense Álvaro Dias, o deputado Jutahy Magalhães (BA) e o atual secretário de Educação do Estado de São Paulo, Paulo Renato de Souza, reagiram hoje, com veemência, ao agressivo ataque desferido pelo assessor diplomático do governo do PT, Marco Aurélio Garcia, ao candidato do PSDB, José Serra.
" Assim como José Eduardo Dutra, Marco Aurélio é um aloprado de direita porque defende governos que apedrejam mulheres e condenam jornalistas à prisão. Além disso, seus precedentes conhecidos, que o diga o ex-embaixador Luiz Felipe Lampreia, nos autorizam a dizer que o senhor Marco Aurélio está muito mais para embaixador do Governo Lula junto às FARC do que para analista político", afirma Dias.
O senador refere-se ao encontro de Garcia com Lampreia, ainda no governo Fernando Henrique Cardoso, quando o petista ofereceu-se para intermediar um encontro do governo brasileiro com o atual grupo de guerrilheiros terroristas
"Mais do que a opinião de Marco Aurélio, o que vale é a postura histórica de Serra. Não é não é palavra do Marco Aurélio que vai diminuir o incomum patrimônio político de respeito à democracia de Serra", acrescenta Dias. Lembrando ainda, os laços de colaboração e admiração que o assessor e o atual governo cultiva com governos autoritários, de direita e esquerda.
"A ORDEM FOI LIVRÁ-LO DA PRISÃO"
Os três fizeram questão de destacar a política externa do governo Lula da qual Marco Aurélio é um dos assessores principais. Jutahy Magalhães destaca que "Marco Aurélio \'Top Top\' Garcia está levando a política externa do Brasil para o descrédito absoluto, rompendo a tradição do País de sempre colocar-se como mediador no Continente, além de uma política em defesa dos interesses nacionais e não partidários, como ocorre com a política externa do PT".
O secretário de Educação de São Paulo, Paulo Renato de Souza, lamentou as declarações feitas pelo coordenador do Programa de Governo da candidatura oficial, Dilma Rousseff.
"Em primeiro lugar é um desrespeito de um assessor presidencial se dirigir desta forma a quem tem uma biografia centenas de vezes superior a sua", afirmou. "Serra fez muito mais pelo País do que Marco Aurélio". Paulo Renato também fez questão de lembrar e, mais uma vez, lamentar o comportamento de Marco Aurélio, por se dirigir desta forma "a quem o livrou da prisão no Chile". Paulo Renato lembrou o episódio e contou ter sido chamado por Serra na sede da Flacso (Faculdade Latino Americana de Ciências Sociais) quando encontrou Marco Aurélio, sua esposa já falecida, Elizabeth Souza Lobo e seu filho León. A ordem de Serra era livrá-lo da prisão. "Falo isso não para Serra e eu termos louros, mas apenas para mostrar que MA deveria ter, no mínimo, o dever de solidariedade".
Para o deputado Jutahy Magalhães (PSDB-BA), "melancólico é ver um diplomata que não sabe tratar da sua própria atividade". Para ele, "a influência negativa do Marco Aurélio e suas opiniões são desprezíveis".
Paulo Renato avalia a política externa do Brasil atualmente um desastre. Segundo ele, é uma "constante tentativa de afirmação pueril perante os Estados Unidos e alguns países europeus atendendo a interesses de países com ideologias mais próximas a do PT".
segunda-feira, 26 de julho de 2010
sábado, 24 de julho de 2010
Bandidos e poltrões - artigo de Olavo de Carvalho
Bandidos e poltrões
Olavo de Carvalho
Os termos em que o sr. Presidente da República apelou a José Serra, pedindo-lhe que pare de tocar na ferida das ligações PT-Farc, são uma obra-prima de tartufismo como raramente se viu na história do teatro universal.
Em vez de negar peremptoriamente que aquelas ligações existem – o que seria muito temerário, dada a abundância de provas –, ele tentou sensibilizar o coração do candidato, exigindo dele a omissão cúmplice que, na iminência da revelação de crimes escabrosos, se esperaria de um velho companheiro de militância para quem a solidariedade mafiosa deve estar, segundo os cânones da moral presidencial, acima da verdade, acima do respeito aos eleitores, acima dos interesses da pátria, acima do bem e do mal. A chantagem emocional é o mais velho recurso dos patifes apanhados de calças na mão, mas o sr. Presidente da República, mesmo sendo incapaz de abster-se desse golpe baixo, poderia ao menos ter tido a decência de usá-lo em privado, em vez de mostrar em público, uma vez mais, que não tem o menor senso de moralidade.
O autor desse apelo abjeto assinou, em 2001, como presidente do Foro de São Paulo, um voto de solidariedade integral às Farc e outras organizações criminosas, e deu provas em cima de provas de que seu governo e seu partido vêm cumprindo o compromisso à risca. Recusar-se a qualificar essas organizações como terroristas e narcotraficantes, que é o que elas são com toda a evidência, já é prova de solidariedade. Somem a isto as mobilizações políticas montadas instantaneamente pelo PT e outras agremiações de esquerda para libertar qualquer membro daquelas quadrilhas que seja preso no território nacional; a participação de ministros do governo Lula na propaganda das Farc através da revista América Libre; a contínua colaboração entre Farc e PT na formulação da estratégia esquerdista continental através das assembléias e grupos de trabalho do Foro de São Paulo; a recusa obstinada de levar em consideração as descobertas do juiz federal Odilon de Oliveira, que apresentou provas cabais da parceria entre as Farc e quadrilhas locais de assassinos e sequestradores (tornando-se por isso virtualmente um prisioneiro, enquanto os acusados continuam à solta); somem tudo isso e me digam se existe, além do instinto de autodefesa dos envolvidos na tramóia, alguma razão para não falar de ligações entre PT e Farc, entre PT e MIR, entre PT e ELN ou entre o PT e qualquer outra organização pertencente ao Foro de São Paulo.
Quanto ao próprio Foro, que, sob as bênçãos do nosso partido governante, continua todo mês gastando quantias consideráveis em viagens de centenas de seus membros entre as várias capitais latino-americanas, o sr. Lula seria, mesmo quando ainda candidato, o primeiro a ter a obrigação de esclarecer qual o estatuto legal da entidade e de onde vem o dinheiro que a sustenta. Como ninguém teve a coragem de lhe perguntar isso em 2002 nem em 2006, ele se sentiu livre para não dizer nada. Com o tempo, a licença para silenciar, que então lhe foi concedida como um favor pela polidez covarde dos seus adversários, da mídia, das classes empresariais, dos militares e de tutti quanti, tornou-se, na cabeça dele, um direito adquirido. É em nome desse direito imaginário que ele agora exige dos candidatos oposicionistas a gentileza da omissão cúmplice, mesmo quando essa gentileza arrisque, uma vez mais, tirar das mãos deles a arma da verdade e da justiça, a mais poderosa em qualquer eleição presidencial.
Está na hora de mostrar que esse direito nunca existiu, exceto como conjunção momentânea de interesses vis entre bandidos e poltrões.
Se o PT insistir em querer processar o candidato vice-presidencial Índio da Costa, o que este e José Serra têm a fazer para desmoralizar por completo a fanfarronada petista é muito simples:
1. Inserir no processo as atas completas das assembléias do Foro de São Paulo, a lista dos membros da entidade e a coleção das revistas America Libre. Isso já basta para comprovar a ligação que o PT desmente.
2. Inserir nos autos os dois discursos em que o sr. Lula reconhece, até com orgulho, o caráter secreto e clandestino das atividades do Foro de São Paulo.
3. Convocar o testemunho do juiz Federal Odilon de Oliveira, provando que o PT continuou a relacionar-se em bons termos com as Farc enquanto a Justiça Federal já tinha provas suficientes de que essa organização criminosa colaborava com quadrilhas locais empenhadas em matar cidadãos brasileiros a granel.
Façam isso e não apenas vencerão o processo e as eleições: conquistarão a gratidão de todos os brasileiros honrados.
Olavo de Carvalho é ensaísta, jornalista e professor de Filosofia
Retrospectiva PT - 8 anos de putaria - As verdades que o povão não sabe
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sexta-feira, 23 de julho de 2010
quinta-feira, 22 de julho de 2010
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