sábado, 31 de maio de 2014

Al Qaeda Eletrônica – Chegou a hora de escancarar os bandidos que atuam na Internet; trata-se de uma forma de crime organizado. Ou: Um mesmo esquema difama Aécio, Paes e Cabral. Quem será?

30/05/2014
 às 15:01


Em abril, reportagem da VEJA revelou que a Eletrobras — sim, a estatal! — era um dos pontos de difusão de uma campanha de difamação no senador Aécio Neves na Internet. Republico o texto e volto em seguida.

Um documento a que VEJA teve acesso revela a ação de quadrilhas de disseminação de mentiras na internet com o objetivo de manchar a imagem do senador Aécio Neves, pré-candidato à Presidência da República pelo PSDB. O levantamento feito pelo advogado Renato Opice Blum, especialista em crimes digitais, identificou táticas coordenadas e até ilegais. Em um dos casos mais flagrantes, a quadrilha disseminou por blogs, sites e redes sociais a notícia falsa de uma fantasiosa condenação de Aécio, quando governador de Minas Gerais, pelo desvio ora de 3,7 bilhões, ora de R$ 4,3 bilhões de reais, de verbas destinadas à saúde. Segundo relatório, há evidências de que os criminosos chegaram a pagar para promover e espalhar no Facebook posts que continham a calúnia.
O esmiuçamento dos crimes, desenhado em 55 páginas, é um manual da guerrilha digital que está sendo armada para as eleições presidenciais deste ano. O levantamento de Opice Blum focou as táticas que vêm sendo utilizadas contra Aécio. Mas nada impede que outros candidatos também sejam alvos dos mesmos mecanismos digitais de difamação. Os recursos mais banais, com a criação de páginas e perfis falsos no Facebook e Twitter, são facilmente detectáveis. A presidente Dilma Rousseff tem pelo menos cinquenta perfis inventados. Eduardo Campos, do PSB, outra dezena. São práticas que, por deixar marcas indeléveis de autoria, acabam tendo mais efeito humorístico do que a destruição da imagem. O que preocupa os especialistas são os expedientes condenáveis e ilegais como os que aparecem no levantamento que tem Aécio como vítima.
Os detratores do senador se valem de estratagemas mais difíceis de ser descobertos e que requerem domínio específicos de tecnologias feitas para produzir dano. Um texto idêntico e calunioso, tendo como autor um mesmo (e falso) usuário, aparece em áreas de comentários em diferentes sites ao mesmo tempo. Isso é sinal claro do uso de robôs digitais. Um dos rastreamentos feitos por peritos localizou um dos focos de geração de calúnias contra Aécio em um computador da estatal Eletrobras. A produção e a divulgação de conteúdo falso destinado a macular a imagem do senador oposicionista tendo como foco um órgão público deveria chamar a atenção das Justiça Eleitoral. A ilegalidade é óbvia.
Camila Fisco, porta-voz do Facebook, disse a VEJA que, pelo tamanho da rede, que tem mais de 1 bilhão de usuários, as denúncias são sempre um passo efetivo para identificar malfeitores. “Perfis falsos e compras de curtidas são contra nossas regras, e temos ferramentas avançadas para detectar essas práticas, mas precisamos que os usuários nos ajudem”, afirmou. Fica o conselho para os candidatos.
falcatrua na Internet
Voltei
Pois é… Reportagem publicada na Folha desta sexta, de Alexandre Aragão e Daniela Lima, informa o que segue:Uma ação que corre em sigilo no Tribunal de Justiça de São Paulo mostra que computadores e sistemas utilizados para produzir ataques em série ao senador Aécio Neves (PSDB-MG) na internet foram usados com a mesma finalidade contra o prefeito do Rio, Eduardo Paes (PMDB), e o ex-governador do Estado Sérgio Cabral (PMDB). A Folha teve acesso à parte dos autos que detalha a ação de dois perfis que atuavam de maneira sistemática postando comentários em sites noticiosos de veículos de grande circulação. As postagens contra os três políticos eram feitas em páginas diferentes no mesmo minuto, mas de lugares a quilômetros de distância um do outro. A operação sugere que havia o uso de robôs –mecanismos que fazem com que a mensagem seja reproduzida automaticamente várias vezes em diferentes endereços.(…)Nos perfis há comentários relacionando Aécio, Cabral e Paes ao consumo de drogas. No caso dos dois políticos do Rio de Janeiro, há ainda acusações de que eles se relacionam com o crime organizado, milícias e bicheiros.(…)Entre os pontos de origem dos ataques estão um prédio da Eletrobras, um prédio da UFRJ, um cibercafé e prédios residenciais.(…)
Retomo
Que a polícia se encarregue de desmascarar essa canalha! Cabe a pergunta: a que grupo interessa, a um só tempo, manchar a honra de Aécio e atacar a cúpula do PMDB do Rio? Deve haver alguma coerência nisso, não é mesmo?
Chegou a hora de levar esse troço a sério. Crime é crime, com pena, lápis, caneta, máquina de escrever, computador, não importa. Aécio faz muito bem em tentar identificar a bandidagem. Quanto a um dos centros de irradiação da difamação estar, então, na Eletrobras, dizer o quê? Havia outro na prefeitura petista de Guarulhos.
Por Reinaldo Azevedo

sábado, 26 de abril de 2014

terça-feira, 22 de abril de 2014

Aécio dá sova democrática em Lindbergh Farias.



Há pouco, no Senado Federal, que discutia o açodamento do governo em  aprovar o Marco Civil da Internet, assistiu a uma atitude antidemocrática protagonizada pelo senador do PT do Rio de Janeiro, Lindbergh Farias. Uma verdadeira baixaria de um político forjado nas ruas, a quem falta classe, aquela classe de uma boa escola.

O senador Aécio Neves discursava na tribuna pedindo uma discussão mais ampla sobre o tema, tal a sua importância para a sociedade, quando foi intempestivamente interrompido pelo senador Lindbergh Farias, que aos berros, impediu que Aécio Neves desse prosseguimento à sua fala. Este, atacado, desmascarou o senador petista diante de todos, afirmando que ele estava chegando naquele momento e nem mesmo sabia o que estava sendo discutido. Que não participou das discussões e que estava ali apenas para tentar fazer uma exploração politiqueira sobre um tema de tão alta relevância para o país. Em resumo: deu uma chamada em regra no mal educado, de forma dura, mas educada. O senador petista teve que ser contido, pois ameaçava agredir fisicamente o senador tucano que, sentado, assistia divertido ao piti.

Muitos dos senadores atribuíram o desequilíbrio do senador aos inúmeros processos pelos quais responde no Rio de Janeiro. Outros, chegaram a afirmar que tal atitude debilóide de tentar colocar a Oposição como vilã na votação do Marco Civil na Internet teve como objetivo único agradar a presidente Dilma, que não apoia a sua candidatura ao governo do estado. A reação do senador Lindbergh chocou até mesmo os parlamentares da base aliada, que ficaram assustados com o seu desequilíbrio. Em tempo: Lindbergh Farias esteve ausente da maioria das sessões que discutiram o projeto no Senado.

Assista ao vídeo:


Tirado do Coturno Noturno 

Ruy Câmara dá um tapa na cara da burguesia petista